Qual o valor em jogo?

por Origem, 9 de novembro de 2010

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São muitos os conceitos e valores que os jogos expressam. Na foto, o jogo Relações que traduz a ideia da diversidade humana. A empresa Du Pont realizou uma ação especial com seus funcionários que, ao atingirem os objetivos do grupo, recebiam uma parte do jogo. A cada nova peça, a estrela ganhava forma, simbolizando o resultado positivo da ação coletiva.

Diferentes culturas trazem outras visões de mundo e perspectivas  para as questões que desafiam a humanidade. Isso implica certas formas de estar junto, objetivos e estratégias coletivas, que vão sendo adaptados às formas de experiência, em novos espaços culturais. 

Por exemplo, jogos podem destacar valores como  a agilidade, conceitos como expansão e qualidade, ou enfatizar a força da união, a alegria da vitória e a arte do relacionamento. Em cada um deles, portanto, uma ideia principal associa-se à diversão de jogar, revelando, de maneira lúdica, uma forma de agir com estratégia, ética e humor.

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Na foto acima, o jogo Relações, que também foi utilizado pela Schlumberger Serviços de Petróleo, para comemorar a inauguração do Centro de Operações da empresa na cidade de Macaé. 

Empresas e instituições as mais diversas veem os jogos como incentivo à criatividade e ao espírito de equipe. No  trabalho, eles se mostram especiais quando apresentam ou reforçam valores ligados ao universo simbólico dessas marcas. De uma coisa ninguém duvida: o jogo promove o encontro entre as pessoas, seja no trabalho ou em casa. Por exemplo, nesse final de ano, foram escolhidos para brindar situações importantes da vida institucional: 

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Sustentabilidade: Presente de aniversário da Fiat Services aos funcionários da empresa.

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Gamão Filadélfia:  O relacionamento é o foco desse brinde, escolhido pela Lider Aviação para fechar o ano no melhor estilo. 

Jogos de todo o mundo vão à escola

por Origem, 28 de outubro de 2010

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No dia 4 de outubro, a Origem recebeu os alunos da Escola Municipal Professor Lourenço de Oliveira. A visita foi noticiada pelo jornal Hoje em Dia, TV Minas e TV Assembleia, com matérias que esclarecem sobre o projeto “Oficina do Pensar e do Agir”. Quem ainda não conhece como funciona a iniciativa e as escolas interessadas em participar do projeto devem entrar em contato com a Origem pelo telefone: 3221-3222. Podem participar do projeto estudantes dos ensinos fundamental e médio.

“O jogo é o espaço do imaginário”

por Origem, 5 de outubro de 2010

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Nesta entrevista, a diretora da Origem, Mônica Sabino, fala sobre a relação especial das crianças com os jogos. Entre um caso e outro, Mônica nos mostra por que o jogo diz respeito, no fundo, à vida de cada um de nós.  Na foto acima, ela está em um pub em Lundy, uma ilha no Canal de Bristol, na Inglaterra. Por lá, o Arranha Céu, ou Terremoto, é jogado por crianças bem pequenas ou por adultos. Neste caso, as peças são de madeira náutica, leves e do tamanho de um tijolo. E, para as crianças, são do tamanho de uma caixinha de fósforos. Confira a entrevista!


1. De que forma alguns jogos da Origem relacionam com o universo infantil?


Os jogos oferecidos pela Origem despertam o interesse da criança porque podem conectá-la com um universo de brinquedos, brincadeiras e de relacionamento entre seus pares e com os adultos. Estamos vivendo uma época em que as amizades podem ser virtuais. Ok, mas é preciso não esquecer que o contato humano e o “olho no olho” são também muito atraentes e até mesmo, necessários.


Numa partida de Equilíbrio, por exemplo, que faz parte da Oficina do Pensar e Agir, vários jogadores podem jogar uma mesma partida. Trata-se de um jogo onde você vai se perceber lidando com o inesperado mas também com o previsível. E vai observar como o “outro” lida com estas “duas faces da mesma moeda.” Ou seja, você pode observar a si próprio e ao seu vizinho; onde são parecidos, onde são diferentes. Mas saber respeitar e buscar o respeito para si mesmo. E, como as partidas acontecem em momentos de descontração, tudo fica mais fácil.


Há crianças (e adultos também!) que, enquanto estão ganhando, não querem parar, mas quando começam a perder, querem encerrar a brincadeira. O jogo coloca limites e há que se respeitar as regras! Elas podem até ser alteradas, mas antes da partida começar e não com ela em andamento. E isso desperta o interesse da criança que percebe a possibilidade de se relacionar pela negociação, pela defesa daquilo em que acredita. Ou seja, é uma “brincadeira séria” porque pode ensinar muito. E é motivador poder brincar com seus pais e estes também apreciam interagir com o universo infantil. São revelações, curiosidades e situações que despertam a alegria e a descontração.


Certa vez, uma criança jogava Xo dou qi com sua mãe na loja da Origem. Trata-se de um jogo estratégico e que simboliza a luta pela sobrevivência na selva com seus atrativos e perigos. Cada jogador tem oito animais de forças diferentes, sendo que um animal mais forte pode atacar o mais fraco. Sem contar inúmeras outras curiosidades porque o jogo contém regras elaboradas e sofisticadas. Em certo momento, a mãe da criança a advertiu sobre ela não estar jogando corretamente porque poderia ter capturado uma de suas peças. E a criança simplesmente respondeu que “seu leão” não era obrigado a comer o “gato da mãe” e que ele estava achando mais legal ameaçá-la. Ops! Ou seja, a criança estava jogando mais do que correto! Ele tinha percebido que uma boa estratégia era desestabilizar o “gato da mãe” sem destruí-lo, mas apenas o “ameaçando.”


O jogo é o espaço do imaginário; é a representação simbólica de várias situações e permite com que crianças, adolescentes e adultos se encontrem para uma disputa saudável, para o reconhecimento de potenciais e limitações, da agressividade e da passividade, do ímpeto e da reflexão e por aí vai. E, sem dúvida, é melhor você lidar com os opostos num tabuleiro, de forma lúdica. Muito melhor do que exercitar no dia-a-dia os limites entre o bem e o mal ou fazer uso da força e da violência, inclusive psicológica, com seu filho, com seu pai, com seu colega de escola ou com seu irmão.


Os jogos da Origem têm também uma outra característica positiva, que é o emprego de materiais naturais na sua confecção. Vivemos uma era descartável, quando nada é feito para durar. Ao contrário, madeira, pedra, cerâmica, são materiais com vida e calor que se modificam com a entrada de luz e o uso. Eles são feitos para durar e as crianças percebem as alterações que sofrem.


Não me esqueço de uma criança que um dia entrou na loja e falou que queria ganhar um “brinquedo de pau.” Era mais uma dessas crianças nascidas na era do computador e que sentia falta de tocar em algo diferente de uma maquininha. Em outra situação, uma mãe me relatou as lembranças que tinha de sua infância, por utilizar jogos que eram bons passatempos para os dias chuvosos quando a garotada do bairro se reunia em festa, ao redor de um tabuleiro para uma partida de gamão ou do banco imobiliário.


2. Esses jogos revelam tradições. Você pode citar um deles, explicando como o hábito de jogar pode resgatar a sabedoria de diversas partes do mundo?


Dois produtos de que me lembro mais rapidamente para responder esta pergunta são o Caleidoscópio e o Mancala.


O Caleidoscópio porque fala das coisas belas, da transitoriedade da vida, de como o momento presente é o mais importante para ser vivido intensamente porque não irá se repetir. Assim é o caleidoscópio, um jogo de imagens simétricas e de reflexão por ser montado com peças coloridas e espelhos. O desenho que se forma deve ser apreciado com delicadeza porque, ao menor movimento, irá se desfazer e a probabilidade matemática de se repetir é próxima ao infinito. Foi inventado pelo físico inglês David Brewester e era usado no século XIX para definir padrão na indústria textil ou para fazer vitrais nas igrejas. Muitas crianças do século XX já fizeram o seu na escola ou viram os mais velhos fazendo.


Já o Mancala é um jogo que fala da ligação do homem com a natureza, de plantar para colher, de saber distribuir os frutos de uma colheita para que haja fartura para todos. Trata-se de um jogo estratégico onde vencerá o melhor mas com uma regra única entre os jogos conhecidos: se o seu adversário ficar sem sementes, peças do jogo, o oponente é obrigado a escolher uma casa para jogar que coloque sementes no campo daquele que está sem nenhuma semente. A prática desse jogo deve ser sempre difundida para lembrar aos jogadores de tabuleiro e da vida que é importante ser estratégico, habilidoso, jogar para ganhar mas sem destruir o adversário. Senão, além de perder a graça, perde-se o parceiro para outras jogadas.


3.Como a estratégia dos jogos propicia a formação de caráter e aprendizado pra toda a vida?


O jogo é uma brincadeira mediada por regras e é importante saber respeitá-las. Se for para adaptá-las isso deve ser feito antes da partida.
O jogo é carregado de simbolismos, de arquétipos e que são transmitidos de geração em geração. Muitos estão no inconsciente coletivo, ou porque o praticamos ou porque nos lembramos de alguém que o praticava. Ou porque não vivenciamos nenhuma destas situações mas parece que o conhecemos de algum lugar.


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Mês das Crianças, dias de festa na Origem!

por Origem, 5 de outubro de 2010

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Quem disse que aprendizado não combina com brincadeira? O mundo infantil mostra exatamente o contrário: aprender brincando motiva a atenção e potencializa a criatividade. Isso porque, para as crianças, o que está em jogo, primeiramente, é o encanto pela novidade e, a partir daí, aprender se torna algo natural.

A Oficina de jogos Pensar e Agir, promovida pela Origem, vem envolvendo estudantes do ensino médio e fundamental de escolas públicas municipais e mostrando, na prática, que o aprendizado lúdico é o caminho mais curto para conquistar o interesse das crianças. Em outras palavras, para desenvolver habilidades e competências que fazem a diferença, nas mais diversas situações com as quais elas terão que lidar ao longo da vida. 

Como parte do projeto, durante a semana de 4 a 8 de outubro, 120 estudantes de três escolas públicas municipais de Belo Horizonte os estudantes de 7 a 15 anos têm contato com jogos e objetos de todas as partes do mundo, foco de pesquisas desenvolvidas pela empresa Origem há mais de 20 anos.  A visita é realizada na sede da empresa, no bairro Funcionários.

A iniciativa, que recebeu da Prefeitura de Belo Horizonte, em 2009, o prêmio “Parceiros da Escola Integrada”, baseia-se em uma série de jogos de tabuleiro, desenvolvida e sistematizada pela Origem em conjunto com um grupo de pesquisadores em educação.  O projeto começou no ano passado e, em 2010, já são 12 visitas realizadas à Origem e outras 15 previstas até o fim do ano.

O Kit da Oficina do Pensar e do Agir inclui 11 jogos de estratégia e é adquirido pelas instituições de ensino, permitindo que os estudantes experimentem graus de dificuldade crescente e os professores potencializem o gosto dos adolescentes e jovens pelo desafio dos jogos.  Na foto seguinte, o instrutor da Origem, Fernando Fonseca, com os alunos da Escola Municipal Professor Lourenço de Oliveira.

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Conheça os jogos da Oficina do Pensar e Agir:
 
Speculate: Remonta a jogos de dados tradicionais, mas adiciona uma dose de estratégia. Destaca-se pela capacidade de envolver e prender a atenção de um grupo de pessoas. Trabalha senso de oportunidade e capacidade de adaptação.

Jogo da Onça: O jogo de estratégia dos indígenas brasileiros. Mostra que o importante é saber lidar com a individualidade e com o coletivo. Trabalha estratégia, raciocínio e posicionamento.Vikings: O jogo dos povos escandinavos é um jogo de estratégia muito dinâmico. Um precursor do xadrez. Trabalha antecipação, posicionamento e finalização.

Arranha-céu: A origem deste jogo remonta aos jogos orientais Mikado e Shangai. Sua característica mais marcante é a simplicidade do material e da regra. Trabalha senso de equilíbrio, de observação e espírito de equipe.

Xo Dou Qi: O jogo da selva é o exemplo perfeito de como trabalhar em equipe. Com ele podem ser criadas muitas dinâmicas. Trabalha liderança, capacidade de avançar e recuar, e espírito de colaboração.

Equilíbrio: Um jogo chinês moderno. Favorece o equilíbrio entre a ação imediata e a visão do futuro. Trabalha estratégia, planejamento e antecipação.

Senet: Jogo favorito dos faraós do Egito. Mistura sorte e estratégia num jogo cheio de histórias milenares. Trabalha estratégia, planejamento e raciocínio.

Jogo Real de Ur: Jogo das classes altas da cidade bíblica de Ur. Suas regras foram encontradas em pesquisa arqueológica. Trabalha estratégia, raciocínio e antecipação.

Oska: Jogo inventado por um trabalhador das minas de carvão da Inglaterra. É um jogo de damas mais ágil. Trabalha visão espacial, raciocínio e lógica.Mehen: Jogo milenar que tem versões até na atualidade. Um passatempo muito original. Reforça foco, ação e agilidade mental.Mancala: O jogo da semeadura. Muito tradicional em toda a África. Trabalha lógica, estratégia e antecipação.

Agenda:
Oficina do Pensar e Agir: Origem -  Rua Sergipe, 1175, Funcionários.
Visitas:
O4/02, de 14h às 16h: Escola Municipal Professor Lourenço de Oliveira
06/10, de 14h às 16h: Escola Municipal Professor Lourenço de Oliveira
07/10, de 14h ás 16h: Escola Cônego Cerqueira
08/10, de 9h às11h: Escola municipal Prof. Alice Nacife
Informações: (31) 3221.3222

Leia também sobre o assunto: Aprender brincando.

Aprender brincando

por Origem, 10 de setembro de 2010

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Hoje, 30 alunos da escola municipal João Lopes Gontijo participaram de uma aula diferente na Origem. Os estudantes, de 10 a 15 anos, conheceram jogos de todas as partes do mundo, foco de pesquisas desenvolvidas pela empresa há mais de 20 anos. A visita aconteceu de 14h às 16h na sede da empresa, no bairro Funcionários.
 
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A atividade faz parte da “Oficina do Pensar e Agir”, promovida junto às escolas de ensino fundamental e médio. A iniciativa, que recebeu da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), em 2009, o prêmio “Parceiros da Escola Integrada”, baseia-se em uma série de jogos de tabuleiro, desenvolvida e sistematizada pela Origem e pesquisadores em educação. O Kit da Oficina do Pensar e do Agir inclui 11 jogos de estratégia e é adquirido pelas instituições de ensino, permitindo  que os estudantes experimentem graus de dificuldade crescente e os professores potencializem o gosto dos adolescentes e jovens pelo desafio dos jogos.

De acordo com o diretor da Origem, Maurício de Araújo Lima, a atividade lúdica possibilita o desenvolvimento da criatividade, espírito de parceria e visão estratégica, assim como a definição de metas e o exercício da competitividade com limites. “A ideia é capacitar professores e educadores, da rede pública e privada de ensino, para o uso do material em atividade extracurricular e na sala de aula”, explica Lima, lembrando que os jogos promovem a interação, o encontro com o lúdico e o prazer da brincadeira. “A convivência mediada por regras, o desafio de novas habilidades, do pensamento lógico e da inteligência, além do contato com tradições culturais dos mais variados povos, essa riqueza da humanidade”, detalha.
 
Instituto Gerson Sabino

Parte da venda do kit da Oficina do Pensar e do Agir é revertida para o Instituto Gerson Sabino, entidade criada para incentivar a realização de atividades lúdicas em favor do desenvolvimento humano. Em 2003 e 2004, o Instituto desenvolveu o Projeto Jogos Indígenas do Brasil, incluindo viagens de campo para pesquisa sobre o universo lúdico dos indígenas brasileiros. Realizado através da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto disponibilizou a escolas públicas brasileiras o total de 20 mil livros e 500 documentários sobre o assunto. Museus e escolas de outros países receberam um kit com diversos jogos e brinquedos produzidos pelos índios brasileiros.

Origem na Festa de Sucot

por Origem, 8 de setembro de 2010

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Os jogos da Origem farão parte da Festa de Sucot, que será realizada pela Associação Israelita, no dia 22 de setembro, a partir das 19h, na sede da entidade.  O Sucot marca os 40 anos de  êxodo dos judeus no deserto, depois da sua saída do Egito. Para simbolizar a época, durante a celebração, os judeus deixam suas casas e se abrigam sob folhas e galhos ao ar livre.  

A Festa de Sucot é aberta à comunidade judaica, com entrada gratuita. 

E a diversão é garantida, com os jogos da Origem: Feche a Caixa, Speculate (foto), Bagatelle e Resta Um!

Quando a estratégia faz a diferença

por Origem, 8 de setembro de 2010

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As estratégias envolvidas em jogos de todas as civilizações será o foco do encontro entre o diretor da Origem, Maurício Lima, e os estudantes do curso de Relações Internacionais do Uni BH, amanhã (9/9).  “Os alunos lidam com estratégias de relacionamento global e por isso a Origem foi escolhida, por ter uma coleção que aborda todo o universo de jogos. Vou falar também de jogos muito antigos e sua evolução ao longo da história”. Dentre eles: Jogo Real de Ur, Cidade Medieval, Vikings (foto),  Jogo da Onça e  Xo Dou Qi.  E, pra você conhecer os jogos e suas estratégias, faça uma visita à Origem, na rua Sergipe, 1175 - Funcionários. Vale a pena ver de perto!

Pedagogia lúdica

por Origem, 24 de agosto de 2010

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No dia 11 de setembro, foi a vez das estudantes do curso de Pedagogia da faculdade Pitágoras participarem da Oficina do Pensar e Agir. Elas conheceram os jogos que integram o projeto e como eles podem ajudar os professores a ensinarem conteúdos diversos, sempre brincando, e muito! A professora Maria Célia Fernandes (à direita, na foto) coordenou a visita do grupo à sede da Origem.  

Realizada junto às escolas de ensino fundamental e médio, a Oficina recebeu da Prefeitura de Belo Horizonte, em 2009, o prêmio “Parceiros da Escola Integrada”. Com base em uma série de jogos de tabuleiro, o projeto foi sistematizado pela Origem, junto a um grupo de pesquisadores em educação. O Kit da Oficina do Pensar e do Agir inclui 11 jogos de estratégia e é adquirido pelas instituições de ensino, possibilitando que os estudantes experimentem graus de dificuldade crescente e os professores potencializem o gosto dos adolescentes e jovens pelo desafio dos jogos.

Origem no Congresso de Psicologia Fenomenológico-Existencial FGR

por Origem, 12 de agosto de 2010

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A Origem participará  do Congresso de Psicologia Fenomenológico-Existencial FGR. Seu stand integrará o “Espaço do Conhecimento”. Jogos como o Encontro Marcado (foto) poderão ser conferidos de perto e, o que é melhor, na prática!! Quem estiver por lá também vai conhecer o projeto Oficina do Pensar e Agir, desenvolvido pela Origem junto a escolas de ensino fundamental e médio, que recebeu da Prefeitura de Belo Horizonte, em 2009, o prêmio Parceiros da Escola Integrada. 

Com o tema “Tédio e finitude: da filosofia à psicologia”, o congresso será realizado pela Fundação Guimarães Rosa, de 16 a 18 de setembro, no Auditório da Faculdade Pitágoras – Unidade Prudente de Morais, à Rua Santa Madalena Sofia, 23, Cidade Jardim, Belo Horizonte.

  

Fundação Guimarães Rosa

A Fundação Guimarães Rosa (FGR) é uma entidade privada, sem fins lucrativos. Com a missão de atuar nas áreas de ação comunitária, assistência social, trabalho voluntário, ensino e pesquisa, bem como no desenvolvimento humano e institucional, realiza serviços de capacitação profissional, concursos públicos, organização e promoção de eventos, além de oferecer pesquisas mercadológicas e cursos profissionalizantes nas diversas áreas do conhecimento.

 

 

Blog da Origem: você faz parte dessa história!!!

por Origem, 12 de agosto de 2010

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Você, que já faz parte da história da Origem e todos aqueles que estão conhecendo e participando, cada vez mais, das nossas atividades, estão convidados a postar no blog seus comentários. Trocar ideias, divulgar iniciativas interessantes,  deixar uma palavra amiga!

O desenvolvimento de pesquisas, por parte da empresa, os programas socioculturais com os quais a Origem está envolvida e os conhecimentos sobre jogos de todo o mundo são alguns dos temas repercutidos no blog. E você pode sugerir muito mais, compartilhando suas experiências com outros colaboradores!