Aprender brincando
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Hoje, 30 alunos da escola municipal João Lopes Gontijo participaram de uma aula diferente na Origem. Os estudantes, de 10 a 15 anos, conheceram jogos de todas as partes do mundo, foco de pesquisas desenvolvidas pela empresa há mais de 20 anos. A visita aconteceu de 14h às 16h na sede da empresa, no bairro Funcionários.

A atividade faz parte da “Oficina do Pensar e Agir”, promovida junto às escolas de ensino fundamental e médio. A iniciativa, que recebeu da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), em 2009, o prêmio “Parceiros da Escola Integrada”, baseia-se em uma série de jogos de tabuleiro, desenvolvida e sistematizada pela Origem e pesquisadores em educação. O Kit da Oficina do Pensar e do Agir inclui 11 jogos de estratégia e é adquirido pelas instituições de ensino, permitindo que os estudantes experimentem graus de dificuldade crescente e os professores potencializem o gosto dos adolescentes e jovens pelo desafio dos jogos.
De acordo com o diretor da Origem, Maurício de Araújo Lima, a atividade lúdica possibilita o desenvolvimento da criatividade, espírito de parceria e visão estratégica, assim como a definição de metas e o exercício da competitividade com limites. “A ideia é capacitar professores e educadores, da rede pública e privada de ensino, para o uso do material em atividade extracurricular e na sala de aula”, explica Lima, lembrando que os jogos promovem a interação, o encontro com o lúdico e o prazer da brincadeira. “A convivência mediada por regras, o desafio de novas habilidades, do pensamento lógico e da inteligência, além do contato com tradições culturais dos mais variados povos, essa riqueza da humanidade”, detalha.
Instituto Gerson Sabino
Parte da venda do kit da Oficina do Pensar e do Agir é revertida para o Instituto Gerson Sabino, entidade criada para incentivar a realização de atividades lúdicas em favor do desenvolvimento humano. Em 2003 e 2004, o Instituto desenvolveu o Projeto Jogos Indígenas do Brasil, incluindo viagens de campo para pesquisa sobre o universo lúdico dos indígenas brasileiros. Realizado através da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto disponibilizou a escolas públicas brasileiras o total de 20 mil livros e 500 documentários sobre o assunto. Museus e escolas de outros países receberam um kit com diversos jogos e brinquedos produzidos pelos índios brasileiros.










