Arquivo de junho de 2009

Passagens Cobertas

terça-feira, 23 de junho de 2009

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Ah! As Passagens! Algumas chique de matar e outras, inesqueciveis. Véro- Dodat ou Vivianne com lojas super especiais e muita personalidade, tudo muito bonito e diferente. A Passage Verdeau tem uma Galeria de Arte super interessante, com exposições bem originais. E também vende livros usados. Maravilhosos! Já a Pasage Jouffroy tem até um Hotel dentro. E 2 lojas inacreditáveis que vendem mobilia para casa de bonecas.

Outras, super divertidas, como a Passage Brady cheia de restaurantes de comida india, africana, etc, etc. E neste etc, etc, incluo salões de beleza com muitas moças fazendo unhas e salões masculinhos cheios de homens cortando o cabelo. Meu deus, como diz uma amiga: A vida é um drops Dulcora, com balas de todas as cores!

Anotações

terça-feira, 23 de junho de 2009

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Monica fazendo anotações e ao lado dela uma familia de muçulmanos, fazendo um lanchinho.
Mais anotações e um lindo Mini Cooper, carrinho mais simpatico, está para existir.
Estavamos perto do prédio da Secretaria de Cultura, que é super original, com toda uma decoração de aço inox.

Visita a Versailles

terça-feira, 23 de junho de 2009

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Palácio maravilhoso! Mas com tanto turista que tira um pouco o brilho de visitar um lugar com tanta história para contar.
Várias partes foram remodelados e além disso ao visitar o Petit Trianon, surpresa!
Estavam fazendo um filme sobre Luiz XV. Achei divertido ver um Luis XV tão bonito, as fotos acima não me deixam mentir e não correspondem nada à história, pois ele era um homem bem feio.
Mas foi legal acompanhar um pouco da filmagem e constatar como é dificil fazer um filme. Foram várias e várias cenas repetidas e adorei ver um funcionário do rei, cansando-se e assentando na liteira. E Luiz XV repetindo inúmeras vezes a mesma cena.


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O lindo jardim de Maria Antonieta é realmente especial. Lembrei-me muito do filme Maria Antonieta dirigido por Sofia Coppola e estes corvos estavam muito simpáticos.
Ventava e o barulho das folhas faziam um som muito especial e, o principal, os turitas haviam fica lá em cima. E eu, no mais absoluto silêncio.

Paris é uma festa!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

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Paris e uma espetacular exposição sobre o Jazz.
Não bastando a minha alegria de estar nesta cidade com uma história tão rica, fico sabendo desta exposição sobre o Jazz no Museu du quai Branly. Imediatamente vem à minha cabeça a importância enorme que Paris teve para o Jazz, pois sempre recebeu de braços abertos os músicos americanos que lá chegavam, e isto desde a década de 20.
Esta exposição demonstra este amor dos franceses pelo Jazz. Fiquei umas 4 horas para poder ver tudo. Ela era super bem montada e apresentava toda a trajetória do Jazz, desde o seu surgimento em New Orleans até o Jazz atual. Tudo com muito filme e muita música.Ficará até dia 28.06.
Agora preciso falar um pouco deste museu que apresenta as culturas da Asia, Africa, Oceania e América. Os jardins são um caso à parte, bem diferentes e rústicos. Além de lindos, é lógico. Museu bem novo e com toda a tecnologia, o que torna a sua visita muito agradável. E aproveitei para ver um ângulo especial da Torre Eifeil.

Xo Dou Qi ou O jogo da vida

segunda-feira, 1 de junho de 2009
Eu e meu amigo Cael

Eu e meu amigo Cael

A primeira vez que joguei Xo Dou Qi achei o jogo o máximo, mas estava longe de entendê-lo. Aquela história de não sair capturando peças era novíssima para mim.

Afinal, na maioria dos jogos que conheci, “comer” peças do adversário era meio caminho andado para se ganhar o jogo.

Mas o Xo Dou Qi tinha chegado na minha vida para surpreender.

E ficar.

Tive sorte!

Arrumei parceiro tão empolgado com o jogo quanto eu.

Cael.

Ele e eu jogamos Xo Dou Qi todas as semanas, há mais de oito anos.

Antes de tudo, é o jogo que escolhe o parceiro que seguirá conosco por muitas partidas.

No nosso caso, coloca muitas nisso!

Conhece aquela história que não é a gente que escolhe o santo, mas o santo que escolhe a gente?

Pois é…

Já compartilhei o jogo com várias pessoas, mas nenhuma (me desculpem os outros jogadores) é parceiro como o Cael.

Regra número um: o XDQ constrói uma parceria que é difícil de ser quebrada.

Regra número dois: é um jogo que ensina as diversas posturas que devemos pensar em ter diante da vida.

No dia que jogo querendo desesperadamente ganhar, perco.

No dia que fico “amassando grama” (termo do Cael), aguardando o ataque do adversário, perco.

Mas quando estou determinada a cuidar do meu time, acreditar nele e mover as peças com foco e determinação na medida certa, ganho o jogo.

Todas as nossas partidas são anotadas em um caderninho que guardo com muito carinho junto com a caixa do jogo.

Lá estão registradas as minhas vitórias, derrotas e como elas se deram.

Pode ter certeza: ninguém ganha ou perde à toa.

Talvez este seja o maior ensinamento que aprendi com o XDQ.

Tanto na vida quanto no jogo o que vale é a postura.

O foco.

E acreditar.

Ganha aquele que sabe ir em frente ou recuar na hora certa.

Qulquer semelhança com o dia-a-dia NÃO é mera coincidência!

Suzana Barbi